“Vocação: chamado ao coração que se abre a Deus” (Santa Paulina).

 

Caro paroquiano ou amigo de nossa Paróquia,

“Vocação: chamado ao coração que se abre a Deus”, com as palavras de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus abrimos este mês, dedicado pela Igreja, às Vocações. O mês de agosto deve ser o mês de festa na Igreja, pois celebramos todas as realidades vocacionais: sacerdotal e religiosa, laicato, família e a vocação laica que nos educa na fé e ajuda, sobretudo, dar os primeiros passos, que é a vocação do catequista. Este mês é um convite a nos abrirmos a realidade vocacional, ou seja, ao chamado de Deus para cada um de nós. Desejemos nos perder no amor de Deus, sem “jamais desanimar, mesmo que venham ventos contrários”.

Coloquemo-nos nas mãos de Deus e percebamos que “o homem é mais que um capítulo do livro das origens, é um ser “chamado para” e que se realiza na resposta que oferece na gratuidade do coração. Deus não nos obriga a aderirmos a Ele, mesmo porque os evangelistas retratam muito bem que, durante as pregações de Jesus, muitos foram deixando de segui-lo porque suas palavras eram radicais demais e, outros, deixaram tudo para segui-lo (cf. Lc, 5,11). Deus nos descobre em nossos esconderijos e nos atrai a Ele, como uma criança que se esconde de seu pai, a fim de ser encontrada por ele.

Podemos até querer esconder de Deus as nossas travessuras, mas Ele nos descobre e nos faz crescer nos alimentando com o leite mais puro e a plena fortaleza que vem do alto (cf. 1 Pd 2,2; Lc 1,80). Na nossa abertura de coração, Ele nos esvazia de nossos projetos e nos coloca possibilidades; portanto, o chamado que rompe a nossa surdez, nos exala um perfume suave e o seu toque, singelo e perspicaz, nos faz arder de desejo pelo seu colo de paz (AGOSTINHO,1997).

Portanto, embora resistamos, nos questionamos e interrogamos a Ele: o que queres de nós? Colocamos empecilhos e revelamos nossas fragilidades... mas, Ele continua a nos chamar e nos chama em nossa fraqueza, por isso, o seu chamado é paradoxal: chama os fracos, os incapazes e os desprezíveis, como dizia o Apóstolo Paulo (cf. 1 Cor 1,21), e, é assim, nesta ousadia evangélica, que dizemos sim e nos entregamos a Ele” (cf. NUNES, Paulo. Bambu, meu filho amado. p. 31-32. Salvador, 2010).

Tenhamos todos e todas um excelente Mês Vocacional e que seja uma oportunidade de rezarmos por todas as realidades vocacionais da nossa Igreja. Que a Virgem de Fátima, vocacionada do Pai, interceda por cada um de nós, sobretudo, nos dando a coragem que precisamos para responder a Deus com fidelidade, que nos chama sempre a amar e sermos santos.

 

Com nossa bênção e oração,

Pe. Paulo Nunes Santos e Pe. Janio Reis da Silva

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